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Igreja Metodista Jardim Belvedere - Nós cremos na vida antes da morte!

Nós cremos na vida antes da morte!

João 10.10 Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.

ASAS E RAÍZES

“E, poucos dias depois, o FILHO MAIS NOVO, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente”. Lc. 15.13 “Mas, respondendo ele (FILHO MAIS VELHO), disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos”. Lc. 15.29

Por PASTOR DOUGLAS MARINS dia em A Palavra

ASAS E RAÍZES
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ASAS E RAÍZES

“E, poucos dias depois, o FILHO MAIS NOVO, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente”. Lc. 15.13

“Mas, respondendo ele (FILHO MAIS VELHO), disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos”. Lc. 15.29


                O capítulo 15 de Lucas pode ser considerado o capítulo dos “achados e perdidos”. Nele lemos a história da ovelha que se desgarrou do rebanho, da mulher que perdeu uma moeda de inestimável valor dentro da própria casa, e ainda, a conhecida história dos irmãos cujos versos estão transcritos em cima. Praticamente todo mundo no nosso meio já ouviu a história do filho mais novo que pediu a parte da herança que supostamente lhe cabia, antes mesmo da morte do pai, para sair da casa mesmo em direção a um mundo de aventuras e ilusões.

                Geralmente, tratamos o filho mais novo como o “problemático” da família, e usamos a sua história para alertar o povo de Deus a respeito daquilo que não devemos ser e fazer. Por outro lado, exaltamos a dedicação e a fidelidade do filho mais velho em ficar na casa, do lado do pai, e até ignoramos a resistência dele em participar da festa de reintegração do seu irmão, que na visão do próprio texto: “estava morto e reviveu, tinha se perdido, e foi achado”.

                Não se escandalize, mas na minha ótica, os dois filhos estavam afastados, sendo que a única diferença entre eles é que o Mais Novo pode ser considerado um típico “afastado de fora”, enquanto que o Mais Velho se tornou sem perceber um “afastado de dentro”. Um estava fora da casa, o outro estava dentro, mas ambos estavam distantes do pai. Não sei se percebeu, mas para ambos o convite foi semelhante: Entra! Entra em comunhão! Entra na festa! Entra na casa!

                Contudo, cada um dos filhos, possui uma virtude a ser considerada e desenvolvida por todos nós. Eles não eram só defeitos, na verdade ninguém é. Eles foram criados no mesmo ambiente, pelo mesmo pai, sob os mesmos valores, mas desenvolveram personalidades diferentes. O primeiro, embora imaturo e impulsivo, possuía “ASAS”. Ele queria alçar voos altos. Isso era mais forte do que ele. A curiosidade, o desejo de empreender, de alargar as fronteiras, e descobrir novos horizontes, estava no seu DNA. Já o segundo, embora se apresente pouco afeito ao dialogo e seja insensível, possuía “RAÍZES”. Aquela casa era a sua casa. Aquele solo para ele era “sagrado”, ainda que não fosse um lugar de perfeição.      

                Que bom seria se nós conseguíssemos unir num único Filho/a, essas duas qualidades: “Asas e Raízes”. Que você meu irmão/ã receba do Pai, a graça de possuir “asas” para romper limites e alçar voos altos em Sua presença, sem perder suas “raízes”, é claro, lembrando sempre quem você é, de quem é filho, e de onde foi tirado.

                Que o Pai Nosso te abençoe!

                Do seu pastor e amigo,

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